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	<title>LinuxnaNet &#187; terminal</title>
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	<description>Linux, Software Livre, dicas, jogos e programas</description>
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		<title>Removendo o kernel antigo do Fedora 15</title>
		<link>http://linuxnanet.com/2011/06/removendo-o-kernel-antigo-do-fedora-15.html</link>
		<comments>http://linuxnanet.com/2011/06/removendo-o-kernel-antigo-do-fedora-15.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2011 17:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diggao</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Distros]]></category>
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		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Fedora]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá amigos e leitores! Estou atualmente utilizando o Fedora 15 em meu desktop e tenho curtido bastante essa nova versão. Não, não abandonei o Ubuntu! O caso é que o Unity não se saiu muito bem em meu desktop (no netbook, por outro lado, ficou perfeito) e eu já estava mesmo afim de &#034;rever&#034; o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2424" title="kernel" src="http://www.linuxnanet.com/wp-content/uploads//kernel.jpeg" alt="" width="168" height="168" />Olá amigos e leitores!</p>
<p>Estou atualmente utilizando o <strong>Fedora 15</strong> em meu desktop e tenho curtido bastante essa nova versão.</p>
<p>Não, não abandonei o Ubuntu! O caso é que o Unity não se saiu muito bem em meu desktop (no netbook, por outro lado, ficou perfeito) e eu já estava mesmo afim de &#034;rever&#034; o bom e velho Fedora.</p>
<p>Nesse processo, um amigo meu resolveu tomar coragem e instalou o Fedora também.</p>
<p>Nessa semana, contudo, ele me informou que após uma atualização acabou ficando com 3 Kernels instalados e, por isso, gostaria de remover os mais antigos (que só estavam ocupando espaço no fim das contas).</p>
<p>O caso é que ele não os encontrava no gerenciador de pacotes do Fedora (só o mais recente aparecia).<span id="more-2420"></span></p>
<p>Foi então que sugeri que removesse pelo terminal mesmo.</p>
<p>Basta descobrir quais os pacotes do kernel estão instalados com o seguinte comando:</p>
<blockquote><p>$ yum info kernel</p></blockquote>
<div id="attachment_2421" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.linuxnanet.com/wp-content/uploads//console.jpg" rel="lightbox[2420]" title="console"><img class="size-medium wp-image-2421" title="console" src="http://www.linuxnanet.com/wp-content/uploads//console-300x180.jpg" alt="" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Anote a verão do Kernel que deseja remover</p></div>
<p>O comando acima vai retornar as informações de todos os Kernels que estiverem instalados em seu Fedora. Anote a versão daqueles que você deseja remover e use o seguinte comando para isso:</p>
<blockquote><p>$ sudo yum remove kernel-versão (substitua <strong>&#034;versão&#034;</strong> pelo número anotado anteriormente)</p></blockquote>
<p>Cuidado para não remover a versão mais atual do Kernel (ela tem a numeração maior).</p>
<p><strong>Obs.:</strong> Não se preocupe em atualizar o <strong>grub</strong> (o gerenciador de boot do Fedora) pois o comando acima remove as versões antigas do Kernel e, em seguida, atualiza o grub.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr style="border-top:black solid 1px" /><a href="http://linuxnanet.com/2011/06/removendo-o-kernel-antigo-do-fedora-15.html">Removendo o kernel antigo do Fedora 15</a> foi postado em junho 21, 2011 as 2:00 pm.<br />Este artigo foi publicado no blog <a href="http://linuxnanet.com">LinuxnaNet.com</a> e encontra-se sob a licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/deed.pt">"Creative Commons BY-NC-SA"</a>. <br />Se quiser copiar ou republicar esse texto, favor informar a fonte e adicionar um link para o conteúdo original. Obrigado<br /><br />]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Conheça o Linux Total Programmer</title>
		<link>http://linuxnanet.com/2011/05/conheca-o-linux-total-programmer.html</link>
		<comments>http://linuxnanet.com/2011/05/conheca-o-linux-total-programmer.html#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 08 May 2011 11:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diggao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Programas]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[terminal]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá turma! Essa é uma postagem a pedido do nosso amigo Filipe, criador do fórum Linux Total e também um dos parceiros do LinuxNaNet. Sobre o programa: O Linux Total Programmer é u programa criado para automatizar a criação de shell scripts através de uma interface gráfica. Ele conta com algumas opções interessantes, como a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá turma!</p>
<p>Essa é uma postagem a pedido do nosso amigo Filipe, criador do <a href="http://www.linuxtotal.org/" target="_blank">fórum Linux Total</a> e também um dos parceiros do LinuxNaNet.</p>
<h3>Sobre o programa:</h3>
<p>O Linux Total Programmer é u programa criado para automatizar a criação de shell scripts através de uma interface gráfica. Ele conta com algumas opções interessantes, como a criação de caixas de diálogo, listas de comandos, uso de condições e até mesmo a criação de um programa protegido por senha. Tudo bem simples:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.linuxnanet.com/wp-content/uploads//Linux-Total-Programmer.png" rel="lightbox[2342]" title="Linux-Total-Programmer"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-2343" title="Linux-Total-Programmer" src="http://www.linuxnanet.com/wp-content/uploads//Linux-Total-Programmer-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p><span id="more-2342"></span>Se quiser criar uma lista de programas a serem executados, basta selecionar a opção correspondente no menu principal do programa, a quantidade de itens da sua lista e ir informando, um a um, nome do item na lista e o comando usado para abrir o mesmo:</p>
<p><a href="http://www.linuxnanet.com/wp-content/uploads//lnxtp.png" rel="lightbox[2342]" title="lnxtp"><img class="alignleft size-full wp-image-2344" title="lnxtp" src="http://www.linuxnanet.com/wp-content/uploads//lnxtp.png" alt="" width="312" height="156" /></a> <a href="http://www.linuxnanet.com/wp-content/uploads//lnxtp1.png" rel="lightbox[2342]" title="lnxtp1"><img class="alignright size-full wp-image-2345" title="lnxtp1" src="http://www.linuxnanet.com/wp-content/uploads//lnxtp1.png" alt="" width="259" height="152" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Caso seja necessário, pode-se até mesmo usar mais de um comando, bastando separá-los (usando &amp; ou &amp;&amp;), conforme é explicado no próprio programa.</p>
<div id="attachment_2347" class="wp-caption aligncenter" style="width: 252px"><a href="http://www.linuxnanet.com/wp-content/uploads//lnxtp2.png" rel="lightbox[2342]" title="lnxtp2"><img class="size-full wp-image-2347" title="lnxtp2" src="http://www.linuxnanet.com/wp-content/uploads//lnxtp2.png" alt="" width="242" height="290" /></a><p class="wp-caption-text">Uma lista de comandos criada através do Linux Total Programmer</p></div>
<h3>Sem instalação:</h3>
<p>Não é necessária qualquer instalação para se rodar o programa, basta baixar e executar com os tradicionais dois cliques. Seque o link para download:</p>
<p><a href="http://programmer.linuxtotal.org/download" target="_blank">http://programmer.linuxtotal.org/download</a></p>
<h3>Que tal testar?</h3>
<p>Agora é só fazer o download do programa e criar seus próprios scripts (com interface gráfica) de forma rápida e simples.</p>
<p>Eu mesmo fiz alguns testes com o programa, mas não cheguei a elaborar nada muito complexo ou eleborado, apenas um pequeno botão para montar algumas isos que tenho guardadas aqui. Nada de mais.</p>
<p>Quem sabe você não faz algo bem melhor? ;-D</p>
<p>Referência:</p>
<p><strong><a href="http://programmer.linuxtotal.org/" target="_blank">http://programmer.linuxtotal.org/</a></strong></p>
<hr style="border-top:black solid 1px" /><a href="http://linuxnanet.com/2011/05/conheca-o-linux-total-programmer.html">Conheça o Linux Total Programmer</a> foi postado em maio 8, 2011 as 8:53 am.<br />Este artigo foi publicado no blog <a href="http://linuxnanet.com">LinuxnaNet.com</a> e encontra-se sob a licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/deed.pt">"Creative Commons BY-NC-SA"</a>. <br />Se quiser copiar ou republicar esse texto, favor informar a fonte e adicionar um link para o conteúdo original. Obrigado<br /><br />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dica: controlando a inicialização dos serviços com o rcconf</title>
		<link>http://linuxnanet.com/2010/02/dica-controlando-a-inicializacao-dos-servicos-com-o-rcconf.html</link>
		<comments>http://linuxnanet.com/2010/02/dica-controlando-a-inicializacao-dos-servicos-com-o-rcconf.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 18:14:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diggao</dc:creator>
				<category><![CDATA[dicas]]></category>
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		<description><![CDATA[No artigo anterior falei sobre a instalação de alguns servidores necessários para o funcionamento do WordPress. Contudo, algumas dúvidas nos comentários me chamaram a atenção para a questão de manter ou não os servidores rodando na inicialização do sistema. Não trabalho com o apache e MySQL todo o tempo, assim, não preciso desses e outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No <a href="http://linuxnanet.com/2010/02/instalando-apache-mysql-php-phpmyadmin-e-wordpress-no-ubuntu.html" target="_self">artigo anterior</a> falei sobre a instalação de alguns servidores necessários para o funcionamento do <strong>WordPress</strong>.</p>
<p>Contudo, algumas dúvidas nos comentários me chamaram a atenção para a questão de manter ou não os servidores rodando na inicialização do sistema. Não trabalho com o <strong>apache</strong> e <strong>MySQL</strong> todo o tempo, assim, não preciso desses e outros servidores rodando e consumindo recursos desnecessariamente.</p>
<p>O melhor se a fazer nesse caso é mantê-los inativos e ativá-los apenas quando forem necessários.</p>
<p>Depois de pesquisar um pouco, <a href="http://ubuntuforum-br.org/index.php/topic,62435.0.html" target="_blank">encontrei no fórum do Ubuntu</a> uma dica sobre um pequeno e prático utilitário que nos permite definir quais servidores devem estar ativos na inicialização do sistema.</p>
<p>Trata-se do <strong>rcconf</strong>.<span id="more-1760"></span></p>
<p>Ele encontra-se nos repositórios do Ubuntu e pode ser instalado através do synaptic / apt-get:</p>
<blockquote><p>$ sudo apt-get install rcconf</p></blockquote>
<p>O <strong>rcconf</strong> roda no terminal e seu uso é bem simplificado: basta abrir um terminal e digitar</p>
<blockquote><p>$ sudo rcconf</p></blockquote>
<p>Teremos algo assim:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.linuxnanet.com/wp-content/uploads//rcconf.png" target="_blank" rel="lightbox[1760]" title="rcconf"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1761" title="rcconf" src="http://www.linuxnanet.com/wp-content/uploads//rcconf-300x165.png" alt="" width="300" height="165" /></a></p>
<p>Basta marcar / desmarcar o serviço que queremos ativar/desativar na inicialização do sistema e confirmar em seguida.</p>
<p>Na próxima vez que iniciarmos a máquina, o serviço em questão estará ativo ou não, dependendo da nossa escolha.</p>
<p>Contudo, tenha cuidado ao desativar alguns serviços, pois eles podem ser essenciais para o bom funcionamento do sistema, como o <strong>xserver</strong>, necessário para o funcionamento do modo gráfico. Dessa forma, procure fazer uma pesquisa para saber o que um determinado serviço faz antes de desativá-lo. <img src='http://linuxnanet.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<hr style="border-top:black solid 1px" /><a href="http://linuxnanet.com/2010/02/dica-controlando-a-inicializacao-dos-servicos-com-o-rcconf.html">Dica: controlando a inicialização dos serviços com o rcconf</a> foi postado em fevereiro 23, 2010 as 3:14 pm.<br />Este artigo foi publicado no blog <a href="http://linuxnanet.com">LinuxnaNet.com</a> e encontra-se sob a licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/deed.pt">"Creative Commons BY-NC-SA"</a>. <br />Se quiser copiar ou republicar esse texto, favor informar a fonte e adicionar um link para o conteúdo original. Obrigado<br /><br />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Criando um calendário no terminal</title>
		<link>http://linuxnanet.com/2010/01/criando-um-calendario-no-terminal.html</link>
		<comments>http://linuxnanet.com/2010/01/criando-um-calendario-no-terminal.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 19:08:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diggao</dc:creator>
				<category><![CDATA[terminal]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Já que o ano começou agora, que tal arranjar um calendário rapidinho com a ajuda do terminal? É bem simples: basta usar o comando &#034;cal&#034;, que serve para imprimir no terminal o calendário. Para ver como funciona, digite no terminal um dos comandos: $ cal : mostra o mês atual com o dia corrente destacado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já que o ano começou agora, que tal arranjar um calendário rapidinho com a ajuda do terminal?</p>
<p>É bem simples: basta usar o comando <strong>&#034;cal&#034;</strong>, que serve para imprimir no terminal o calendário. Para ver como funciona, digite no terminal um dos comandos:</p>
<p><strong>$ cal</strong> : mostra o mês atual com o dia corrente destacado</p>
<p><strong>$ cal -3</strong> : mostra o mês anterior, o mês corrente e o mês seguinte</p>
<p><strong>$ cal mês ano</strong> : mostra um mês específico do ano. Ex.: <strong>$ cal 06 2010</strong> (mostra apenas o mês de junho de 2010)<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>$ cal ano</strong> : mostra o calendário do ano inteiro (pode ser o ano que quiser)</p>
<p>Exemplo do último comando:</p>
<p><strong>$ cal 2010</strong></p>
<p>Veja o resultado (clique na imagem para aumentar):<span id="more-1587"></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.linuxnanet.com/wp-content/uploads//cal.png" target="_blank" rel="lightbox[1587]" title="cal"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1588" title="cal" src="http://www.linuxnanet.com/wp-content/uploads//cal-300x198.png" alt="cal" width="300" height="198" /></a></p>
<p>Quer salvar seu calendário em um arquivo de texto para imprimir depois? Simples:</p>
<p><strong>$ cal 2010 &gt; /home/usuario/nome_do_arquivo</strong></p>
<p><strong></strong>No comando acima, o &#034;&gt;&#034; imprime o resultado do comando no arquivo indicado. Não irá aparecer nada no terminal, mas se você der uma olhada na pasta indicada no comando, verá que tem um arquivo de texto com o seu calendário.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.linuxnanet.com/wp-content/uploads//calendario.png" target="_blank" rel="lightbox[1587]" title="calendario"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1589" title="calendario" src="http://www.linuxnanet.com/wp-content/uploads//calendario-293x300.png" alt="calendario" width="293" height="300" /></a></p>
<p>Para mais informações sobre o comando cal, digite no terminal <strong>$ man cal</strong> ou <strong>$ cal &#045;&#045;help</strong>.</p>
<hr style="border-top:black solid 1px" /><a href="http://linuxnanet.com/2010/01/criando-um-calendario-no-terminal.html">Criando um calendário no terminal</a> foi postado em janeiro 8, 2010 as 4:08 pm.<br />Este artigo foi publicado no blog <a href="http://linuxnanet.com">LinuxnaNet.com</a> e encontra-se sob a licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/deed.pt">"Creative Commons BY-NC-SA"</a>. <br />Se quiser copiar ou republicar esse texto, favor informar a fonte e adicionar um link para o conteúdo original. Obrigado<br /><br />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Terminal no menu de contexto do Nautilus</title>
		<link>http://linuxnanet.com/2009/11/terminal-no-menu-de-contexto-do-nautilus.html</link>
		<comments>http://linuxnanet.com/2009/11/terminal-no-menu-de-contexto-do-nautilus.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 01:13:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diggao</dc:creator>
				<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Gnome]]></category>
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		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sei que nem todos gostam do terminal, mas em alguns casos ele pode ser bem útil, quebrando verdadeiros galhos. Por isso mesmo, costumo ter um atalho para o terminal em meu menu de contexto. Assim, posso abrir um terminal rapidamente e, para melhorar, na pasta corrente, sem a necessidade de digitar todo o caminho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sei que nem todos gostam do terminal, mas em alguns casos ele pode ser bem útil, quebrando verdadeiros galhos.</p>
<p>Por isso mesmo, costumo ter um atalho para o terminal em meu <strong>menu de contexto</strong>. Assim, posso abrir um terminal rapidamente e, para melhorar, na pasta corrente, sem a necessidade de digitar todo o caminho para acessar essa pasta no terminal.</p>
<p>Pra quem não sabe, <strong>menu de contexto</strong> é aquele menu que abre quando clicamos com o botão direito do mouse em algum local.<span id="more-1410"></span></p>
<p>No caso do Ubuntu, é possível adicionar facilmente novas funções ao menu de contexto do <strong>Nautilus</strong>. Uma dessas funções é abrir um terminal na pasta corrente (na pasta que estiver aberta) através do menu de contexto.</p>
<p>Para adicionar essa função, basta instalar o pacote <strong>&#034;nautilus-open-terminal&#034;</strong>, presente nos repositórios do sistema (gostaria de saber porque não vem instalado por padrão). Para instalar, abra um terminal e use o seguinte comando:</p>
<blockquote><p>$ sudo apt-get install nautilus-open-terminal</p></blockquote>
<p>Se preferir instalar através do modo gráfico, procure no <strong>synaptic</strong> pelo pacote citado acima.</p>
<p>Depois de instalado, basta reiniciar a sessão para ver o resultado:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1413 aligncenter" title="menu" src="http://www.linuxnanet.com/wp-content/uploads//menu.png" alt="menu" width="154" height="229" /></p>
<p>Agora, para abrir um terminal, basta clicar com o botão direito do mouse em uma pasta aberta (ou na área de trabalho) e selecionar a opção <strong>&#034;Abrir num terminal&#034;</strong>. O terminal será aberto na mesma pasta em que o comando for executado, ou seja, se usarmos o comando na área de trabalho, o terminal será aberto apontando para a mesma.</p>
<p>Quem já compilou programas sabe como é chato ter que digitar o caminho para acessar as pastas com os sources, muitas vezes longos e confusos. Para esse e outros casos, ter um atalho desses adianta bastante a vida.</p>
<p>Além dessa função, podemos ainda encontrar outras bem úteis, mas isso fica pra depois. <img src='http://linuxnanet.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Obs.:</strong> Nosso amigo Samuel deixou nos comentários um link para um artigo muito bom que fala sobre a adição de novas funções ao Nautilus através de scripts simples (ou complexos).</p>
<p>O texto é do <strong>Wellington R. Braga</strong> e ele usa vários exemplos bem legais.</p>
<p>Segue o link: <strong><a href="http://blog.welrbraga.eti.br/?p=440" target="_blank">http://blog.welrbraga.eti.br/?p=440</a></strong></p>
<hr style="border-top:black solid 1px" /><a href="http://linuxnanet.com/2009/11/terminal-no-menu-de-contexto-do-nautilus.html">Terminal no menu de contexto do Nautilus</a> foi postado em novembro 16, 2009 as 10:13 pm.<br />Este artigo foi publicado no blog <a href="http://linuxnanet.com">LinuxnaNet.com</a> e encontra-se sob a licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/deed.pt">"Creative Commons BY-NC-SA"</a>. <br />Se quiser copiar ou republicar esse texto, favor informar a fonte e adicionar um link para o conteúdo original. Obrigado<br /><br />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Criando um servidor local de Assault Cube</title>
		<link>http://linuxnanet.com/2009/10/criando-um-servidor-local-de-assault-cube.html</link>
		<comments>http://linuxnanet.com/2009/10/criando-um-servidor-local-de-assault-cube.html#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 20:59:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diggao</dc:creator>
				<category><![CDATA[entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[jogos]]></category>
		<category><![CDATA[Diversão]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos]]></category>
		<category><![CDATA[terminal]]></category>

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		<description><![CDATA[Já falei anteriormente sobre o Assault Cube, um game no estilo Counter-Strike criado a partir do código fonte de Cube. O jogo é bem leve, possuindo um pacote de apenas 40 mb para a instalação, o que significa que podemos baixar até mesmo em uma conexão discada sem maiores dores de cabeça. Recebi alguns e-mails [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1175" title="logo-assault-cube" src="http://www.linuxnanet.com/wp-content/uploads//logo-assault-cube.png" alt="logo-assault-cube" width="139" height="59" />Já falei anteriormente sobre o <strong>Assault Cube</strong>, um game no estilo <strong>Counter-Strike</strong> criado a partir do código fonte de <strong>Cube</strong>.</p>
<p>O jogo é bem leve, possuindo um pacote de apenas 40 mb para a instalação, o que significa que podemos baixar até mesmo em uma conexão discada sem maiores dores de cabeça.</p>
<p>Recebi alguns e-mails pedindo informações sobre a criação de servidores locais para esse game. Como me parece que alguns jogadores estão tendo alguma dificuldade em realizar essa tarefa, resolvi escrever esse simples passo-a-passo.<span id="more-1161"></span></p>
<p>Antes de mais nada, deixem-me esclarecer um pequeno ponto: estou usando para os testes a última versão do jogo (enquanto escrevo é a 1.0.2), instalada a partir de um pacote pré-compilado, ou seja, o pacote &#034;descompacte e saia jogando&#034;. Não vou falar sobre instalação do jogo aqui pois já falei sobre isso, se quiser, pode ler <a href="http://linuxnanet.com/2008/11/jogos-assault-cube.html">clicando aqui</a>.</p>
<p>Tendo informado isso, vamos em frente:</p>
<p>Basicamente, podemos iniciar um servidor apenas rodando o arquivo <strong>&#034;server.sh&#034; </strong>(server.bat na versão para windows) presente na pasta do jogo, entretanto, isso cria um servidor local e online (ele aparece na lista de servidores para outras pessoas fora da rede). Para evitar isso, podemos adicionar alguns parâmetros para criar um servidor local apenas, veja:</p>
<blockquote><p>./server.sh -c15 -i10.42.43.1 -nmeu servidor -o&#034;Meu servidor de testes&#034;</p></blockquote>
<p>Note que estou usando um IP interno, isto é, que só existe na minha rede.</p>
<p>Acima temos o seguinte:</p>
<ul>
<li><strong><span style="color: #ff0000;">sever.sh</span></strong>&gt; script que cria o servidor</li>
<li><strong><span style="color: #ff0000;">-c</span></strong>15 &gt; número máximo de jogadores (informe quantos quiser ou precisar)</li>
<li><span style="color: #ff0000;"><strong>-i</strong></span>10.42.43.1 &gt; IP do servidor (aqui é um IP da rede interna, troque pelo IP da máquina que será seu servidor)</li>
<li><span style="color: #ff0000;"><strong>-n</strong></span>meu servidor &gt; nome do servidor</li>
<li><strong><span style="color: #ff0000;">-o</span></strong> &#034;Meu servidor de testes&#034; &gt; mensagem de entrada (aparece quando um jogador entra no servidor.</li>
</ul>
<p>Se quiser jogar através da internet e não em uma rede local, basta simplesmente rodar <strong>sem</strong> o parâmetro <strong><span style="color: #ff0000;">-i</span>número_do_ip</strong> (não esqueça de avisar aos seus amigos qual o nome do server e o IP).</p>
<p>Para evitar que esse comando seja usado toda vez que quisermos criar o servidor, podemos usar o script de criação:</p>
<blockquote><p>$ sh server_wizard.sh</p></blockquote>
<p>O script fará algumas perguntas para, em seguida, criar e rodar nosso servidor. Vou dizer apenas quais devem ser preenchidas para o servidor local, as demais podem ser puladas pressionando &#034;enter&#034;:</p>
<ul>
<li>Server description: adicione aqui uma descrição do seu servidor.</li>
<li>Max clients: informe a quantidade máxima de jogadores (apenas números).</li>
<li>Password: não é necessário.</li>
<li>Admin password: não é necessário.</li>
<li>Message of the day: não é necessário, a menos que queira deixar uma informação para os jogadores lerem assim que entrarem no jogo.</li>
<li>Server port: o jogo usa por padrão a porta <strong>28763</strong>, caso seja necessário, informe esse número.</li>
<li>Masteserver: não é necessário.</li>
<li>maprotation: não é necessário, a menos que tenha sua própria lista de mapas.</li>
<li>score threshold: não é necessário</li>
<li>upstream bandwidth: não é necessário</li>
<li>ip: informe o IP do servidor</li>
</ul>
<p>Depois de tudo isso, o script criará um arquivo chamado &#034;server_autogenerated.sh&#034; com as informações preenchidas acima, assim, se quiser rodar o servidor de novo sem ter que configurar, basta rodar esse arquivo:</p>
<blockquote><p>$ sh server_autogenerated.sh</p></blockquote>
<p>Com tudo pronto, basta pressionar &#034;enter&#034; para rodar o servidor.</p>
<p>Que tal jogar agora?</p>
<p>Com o servidor rodando, abra o jogo em um cliente, pressione a tecla <strong>&#034;Esc&#034;</strong> e selecione a opção <strong>&#034;Multiplayer&#034;</strong>.</p>
<p>Em seguida, selecione a opção <strong><span style="color: #ff0000;">&#034;Join a LAN server&#034;</span></strong> e escolha o seu servidor.</p>
<p>Se o seu servidor não aparecer no cliente (nos meus testes, as vezes isso acontecia), selecione a opção <span style="color: #ff0000;"><strong>&#034;custom conect&#034;</strong></span> e em <span style="color: #ff0000;"><strong>&#034;Sever IP/DNS&#034;</strong></span> informe o IP do servidor.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.linuxnanet.com/wp-content/uploads//assault-cube.jpg" target="_blank" rel="lightbox[1161]" title="assault-cube"><img class="size-medium wp-image-1178 aligncenter" title="assault-cube" src="http://www.linuxnanet.com/wp-content/uploads//assault-cube-300x201.jpg" alt="assault-cube" width="300" height="201" /></a>Partida 1&#215;1 (eu vs eu). Quem ganha? <img src='http://linuxnanet.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':-P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Agora, conecte quantas máquinas quiser ao seu servidor e divirta-se com seus amigos.</p>
<p>Mais informações sobre a configuração do jogo e do servidor, tais como comandos básicos, informações sobre mapas e manobras especiais (alguém falou de granade jump?), podem ser conseguidas no arquivo README.html que acompanha o pacote do jogo.</p>
<p>Bom divertimento! <img src='http://linuxnanet.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<hr style="border-top:black solid 1px" /><a href="http://linuxnanet.com/2009/10/criando-um-servidor-local-de-assault-cube.html">Criando um servidor local de Assault Cube</a> foi postado em outubro 4, 2009 as 5:59 pm.<br />Este artigo foi publicado no blog <a href="http://linuxnanet.com">LinuxnaNet.com</a> e encontra-se sob a licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/deed.pt">"Creative Commons BY-NC-SA"</a>. <br />Se quiser copiar ou republicar esse texto, favor informar a fonte e adicionar um link para o conteúdo original. Obrigado<br /><br />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Montando imagens .iso no Linux</title>
		<link>http://linuxnanet.com/2009/05/montando-imagens-iso-no-linux.html</link>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2009 00:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diggao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programas]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[terminal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://linuxnanet.com/2009/05/montando-imagens-iso-no-linux.html</guid>
		<description><![CDATA[Anteriormente falei sobre o DeVeDe, um programa que converte vídeos e cria imagens no formato .ISO, prontas para serem gravadas em DVD. Que tal agora testar as imagens criadas antes de gravar? Parece uma boa idéia, não é? Assim podemos verificar como ficou nosso DVD antes mesmo de queimá-lo na mídia. Pois bem, no Windows [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Anteriormente falei sobre o <a style="font-weight: bold;" href="http://linuxnanet.com/2009/05/criando-dvds-de-video-com-o-devede.html">DeVeDe</a>, um programa que converte vídeos e cria imagens no formato .ISO, prontas para serem gravadas em DVD.</p>
<p>Que tal agora testar as imagens criadas antes de gravar? Parece uma boa idéia, não é? Assim podemos verificar como ficou nosso DVD antes mesmo de queimá-lo na mídia.<span id="more-273"></span></p>
<p>Pois bem, no Windows seria necessário instalar algum programa para a criação de discos virtuais, como o <a href="http://www.daemon-tools.cc/eng/home" target="_blank">Daemon Tools</a>, por exemplo. No Linux, entretanto, podemos fazer isso simplesmente utilizando o comando <span style="font-weight: bold;">&#034;mount&#034;</span>.<br />
<span id="fullpost"><br />
Normalmente, apenas o <span style="font-weight: bold;">root</span> tem permissão de montar os dispositivos, assim, é necessário estar logado como <span style="font-weight: bold;">root</span> ou utilizar o <span style="font-weight: bold;">sudo</span> para executar o comando. Veja como seria para montar uma .ISO:</span></p>
<blockquote><p># mount <span style="font-weight: bold;">imagem.iso</span> -t iso9660 -o loop /media/imagem</p></blockquote>
<p>ou</p>
<blockquote><p>$ sudo mount <span style="font-weight: bold;">imagem.iso</span> -t iso9660 -o loop /media/imagem</p></blockquote>
<p>Feito isso, podemos utilizar a imagem como se fosse um DVD normal, abrindo no nosso player preferido para testar e assistir à vontade. O mesmo procedimento pode ser feito para imagens de CD, como as imagens de distros Linux, por exemplo.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Nota:</span> <span style="font-weight: bold;">/media/imagem</span> foi uma pasta que criei apenas para montar imagens .iso e manter tudo organizado, não é necessário ter uma pasta com esse nome. Podemos usar qualquer outro ponto de montagem que quisermos.</p>
<p>Ainda no exemplo acima, temos:</p>
<blockquote><p><span style="font-weight: bold;">mount</span> = <span style="color: #ff0000;">comando</span><br />
<span style="font-weight: bold;">imagen.iso</span> = <span style="color: #ff0000;">.ISO a ser montada</span><br />
<span style="font-weight: bold;">-t iso9660</span> = <span style="color: #ff0000;">tipo de sistema de aquivos. iso9660 é o tipo utilizado em CD-Roms e DVDs</span><br />
<span style="font-weight: bold;">-o</span> = <span style="color: #ff0000;">opção</span><br />
<span style="font-weight: bold;">loop</span> = <span style="color: #ff0000;">device (loop é uma espécie de pseudo-device, um device genérico)</span><br />
<span style="font-weight: bold;">/media/imagem</span> = <span style="color: #ff0000;">ponto de montagem</span></p></blockquote>
<p>Para saber mais sobre o comando &#034;mount&#034; e as opções, utilize no terminal o comando <span style="font-weight: bold;">$ man mount</span>.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Montando imagens no modo gráfico:</span></p>
<p>Nem todo mundo gosta de usar o terminal. Por isso mesmo, existem programas e GUIs (Grafic User Interface) para alguns dos comandos do terminal.</p>
<p>Como estamos falando aqui sobre montar imagens .ISO, vou sugerir o <span style="font-weight: bold;">&#034;gmount-iso&#034;</span>, uma interface em PyGTK para o comando mencionado acima.</p>
<p>Seu download pode ser feito no seguinte link:</p>
<p><a href="http://www.crans.org/Syst%C3%A8meLinux/GmountIso" target="_blank">http://www.crans.org/Syst%C3%A8meLinux/GmountIso</a></p>
<p>Podemos encontrar o programa tanto em versão .deb  quanto na versão compactada e pronta para rodar.</p>
<p><span style="color: #ff0000; font-weight: bold;">Pacote .deb:</span></p>
<p>Para instalar através do pacote .deb, faça o download no link acima e, no terminal, use o comando:</p>
<blockquote><p>$ sudo dpkg -i nome_do_pacote.deb</p></blockquote>
<p>Ou se preferir, dê dois cliques sobre o pacote e informe a sua senha quando for solicitado. Simples, não?</p>
<p>O programa encontra-se ainda nos repositórios do Ubuntu, podendo ser instalado através do apt-get:</p>
<blockquote><p>$ sudo apt-get install gmountiso</p></blockquote>
<p>Ou através do synaptic, procurando por &#034;gmountiso&#034;.</p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #ff0000;">Pacote compactado:</span></p>
<p>No caso deste pacote, não precisamos instalar. Basta descompactar e rodar o programa. Para isso, faça o download, descompacte, acesse a pasta criada e use o comando:</p>
<blockquote><p>./Gmount-iso.py</p></blockquote>
<p>Em todo caso, independente da forma que utilizou para rodar o programa, o que veremos será isso:</p>
<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337350650416707314" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 300px; height: 299px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lfw9ouVZzUo/ShIUI1fJtvI/AAAAAAAABF4/kaTv7q6k0FE/s320/gmountiso.jpg" border="0" alt="gmount-iso" />Não é preciso dizer muito sobre o programa: basta informar o local onde está a imagem .ISO, o ponto de montagem e clicar em &#034;mount&#034; para montar a imagem, em seguida, será aberta uma janela solicitando a senha para efetuar a montagem, basta informar e pronto. Bem simples e fácil.</p>
<p>Como falei anteriormente, tudo o que o programa faz é executar o comando &#034;mount&#034;, assim, cabe a você escolher a forma que mais lhe agrada: em linha de comando ou em modo gráfico.</p>
<p>Referência:<br />
<a href="http://www.crans.org/Syst%C3%A8meLinux/GmountIso" target="_blank">http://www.crans.org/Syst%C3%A8meLinux/GmountIso</a></p>
<hr style="border-top:black solid 1px" /><a href="http://linuxnanet.com/2009/05/montando-imagens-iso-no-linux.html">Montando imagens .iso no Linux</a> foi postado em maio 18, 2009 as 10:47 pm.<br />Este artigo foi publicado no blog <a href="http://linuxnanet.com">LinuxnaNet.com</a> e encontra-se sob a licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/deed.pt">"Creative Commons BY-NC-SA"</a>. <br />Se quiser copiar ou republicar esse texto, favor informar a fonte e adicionar um link para o conteúdo original. Obrigado<br /><br />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Midnight Commander: Gerenciador de arquivos em modo texto</title>
		<link>http://linuxnanet.com/2009/03/midnight-commander-gerenciador-de-arquivos-em-modo-texto.html</link>
		<comments>http://linuxnanet.com/2009/03/midnight-commander-gerenciador-de-arquivos-em-modo-texto.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 02:54:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diggao</dc:creator>
				<category><![CDATA[terminal]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://linuxnanet.com/2009/03/midnight-commander-gerenciador-de-arquivos-em-modo-texto.html</guid>
		<description><![CDATA[O Midnight Commander (ou simplesmente mc) é um gerenciador de arquivos desenvolvido para rodar em modo texto. O programa fornece algumas das praticidades presentes em gerenciadores gráficos mais avançados como copiar, mover, renomear e excluir arquivos e diretórios. Além dessas funções, temos ainda a possibilidade de compactar e descompactar arquivos e diretórios de maneira rápida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <span style="font-weight: bold;">Midnight Commander</span> (ou simplesmente <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">mc</span>) é um gerenciador de arquivos desenvolvido para rodar em modo texto. O programa fornece algumas das praticidades presentes em gerenciadores gráficos mais avançados como copiar, mover, renomear e excluir arquivos e diretórios.</p>
<p>Além dessas funções, temos ainda a possibilidade de compactar e descompactar arquivos e diretórios de maneira rápida e fácil, bastando selecionar o arquivo ou diretório a ser (des)compactado e acessar a respectiva função no menu do <span style="font-weight: bold;">mc</span>. Obviamente, essas são apenas algumas das muitas funções desse prático gerenciador de arquivos.<span id="more-253"></span></p>
<p>Algumas pessoas podem estar se perguntando o por quê um gerenciador de arquivos que roda em modo texto, se se existem o <a href="http://live.gnome.org/Nautilus" target="_blank">Nautilus</a> ou o <a href="http://www.konqueror.org/" target="_blank">Konqueror</a>, que fornecem uma quantidade de funções bem maior.<br />
<span id="fullpost"><br />
A resposta é bem simples: os gerenciadores de arquivos citados acima necessitam que o X (o servidor gráfico do Linux), esteja funcionando corretamente. Isso significa que eles deixarão de funcionar caso o X apresente falhas ou feche de maneira inesperada, deixando o usuário apenas em modo texto.</span></p>
<p>Nesse caso, um gerenciador de arquivos como o mc seria muito bem vindo, pois forneceria uma ajuda na hora de visualizar os aquivos e diretórios, além de possibilitar a edição dos arquivos de configuração.</p>
<p>Passei por um problema parecido essa semana: um driver instalado de forma incorreta fez o X parar de funcionar, deixando-me preso ao modo texto. Nada que um pouco de paciência e conhecimento sobre as ferramentas certas não pudessem resolver. Felizmente, no meu caso, a reinstalação do driver resolveu tudo.</p>
<p>O Midnight Commander, no caso de distros como Ubuntu, Debian e derivados (que usam arquivos .deb) pode ser instalado via apt-get, bastando para isso, usar no terminal o comando:<br />
<span style="font-weight: bold;"> </span></p>
<blockquote><p>$ sudo apt-get install mc</p></blockquote>
<p>O source pode ser encontrado do seguinte link:</p>
<p><a href="http://www.midnight-commander.org/downloads" target="_blank">http://www.midnight-commander.org/downloads</a></p>
<p>Para instalar, faça o download da última versão, descompacte, acesse a pasta criada e use os comandos:</p>
<blockquote style="font-weight: bold;"><p>./configure<br />
make<br />
make install (como root)</p></blockquote>
<p>Depois de instalado, basta usar no terminal o comando <span style="font-weight: bold;">&#034;$ mc&#034;</span> para abrir o programa:</p>
<p><a title="clique para ampliar" href="http://3.bp.blogspot.com/_lfw9ouVZzUo/ScmQSnFBA0I/AAAAAAAAA7s/2nHbqo232v8/s1600-h/mc1.jpg" target="new" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" rel="lightbox[253]"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5316939484489646914" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 182px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lfw9ouVZzUo/ScmQSnFBA0I/AAAAAAAAA7s/2nHbqo232v8/s320/mc1.jpg" border="0" alt="mc1.jpg" /></a>Essa é a aparência do mc: note que temos duas &#034;janelas&#034; nas quais podemos trabalhar. Para alternar entre elas, basta teclar <span style="font-weight: bold;">&#034;Tab&#034;</span>. Outras teclas de atalho podem ser usadas para a navegação, como <span style="font-weight: bold;">Home, End, Pg UP e Pg Down</span>. Além do mouse, caso o suporte esteja ativo.</p>
<p>Note que algumas funções do programa são destacadas na parte inferior, indo de 1 a 10 (teclas F1 a F10). Pressionando <span style="font-weight: bold;">&#034;Alt + 9&#034;</span> temos acesso aos menus superiores, nos quais temos diversas opções, como layout das janelas, cofiguração de FTP (nunca testei), busca, etc.</p>
<p><a title="clique para ampliar" href="http://4.bp.blogspot.com/_lfw9ouVZzUo/ScmQTF7Ek3I/AAAAAAAAA78/XHEtRQTJJno/s1600-h/mc2.jpg" target="new" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" rel="lightbox[253]"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5316939492769436530" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 182px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lfw9ouVZzUo/ScmQTF7Ek3I/AAAAAAAAA78/XHEtRQTJJno/s320/mc2.jpg" border="0" alt="mc2.jpg" /></a>Como falei anteriormente, o programa permite (des)compactar arquivos e diretórios, tais funções pode ser acessadas através da tecla F2 (imagem acima).</p>
<p>Além da gerenciador de arquivos, o mc traz consigo um editor de textos (veja abaixo), o <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">&#034;mcedit&#034;</span>, que pode ser usado de forma independente. Para usá-lo sem antes abrir o mc, basta  utilizar no terminal o comando <span style="font-weight: bold;">&#034;$ mcedit&#034;</span>.</p>
<p><a title="clique para ampliar" href="http://4.bp.blogspot.com/_lfw9ouVZzUo/ScmQSuMiVrI/AAAAAAAAA70/vZrASHykUc4/s1600-h/mc.jpg" target="new" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" rel="lightbox[253]"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5316939486400239282" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 182px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lfw9ouVZzUo/ScmQSuMiVrI/AAAAAAAAA70/vZrASHykUc4/s320/mc.jpg" border="0" alt="mc.jpg" /></a><br />
Confesso que enquanto estava preso ao terminal, sem o modo gráfico, senti saudades dos tempos de <a href="http://www.slackware.com/">Slackware</a>. Quem o conhece sabe do que estou falando: no pós-instalação o modo gráfico não inicia sozinho, sendo necessário configurar manualmente e usar o &#034;startx&#034; para sair da &#034;telinha preta&#034; (pelo menos até a versão que usei). Usei bastante o &#034;mc&#034; e o &#034;mcedit&#034; durante meus tempos de Slackware. Revê-los foi mesmo muito bom.</p>
<p>Referência:<br />
<a href="http://www.midnight-commander.org/" target="_blank">http://www.midnight-commander.org/</a></p>
<hr style="border-top:black solid 1px" /><a href="http://linuxnanet.com/2009/03/midnight-commander-gerenciador-de-arquivos-em-modo-texto.html">Midnight Commander: Gerenciador de arquivos em modo texto</a> foi postado em março 25, 2009 as 12:54 am.<br />Este artigo foi publicado no blog <a href="http://linuxnanet.com">LinuxnaNet.com</a> e encontra-se sob a licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/deed.pt">"Creative Commons BY-NC-SA"</a>. <br />Se quiser copiar ou republicar esse texto, favor informar a fonte e adicionar um link para o conteúdo original. Obrigado<br /><br />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Desligando o Linux com hora marcada &#045;&#045; shutdown</title>
		<link>http://linuxnanet.com/2009/03/desligando-o-linux-com-hora-marcada-shutdown.html</link>
		<comments>http://linuxnanet.com/2009/03/desligando-o-linux-com-hora-marcada-shutdown.html#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 02:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diggao</dc:creator>
				<category><![CDATA[terminal]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://linuxnanet.com/2009/03/desligando-o-linux-com-hora-marcada-shutdown.html</guid>
		<description><![CDATA[Talvez você não tenha passado por isso, mas já me vi em algumas situações em que era necessário desligar o computador depois de um certo período de tempo ou em uma determinada hora. No Linux, podemos executar essa tarefa facilmente utilizando o comando shutdown que, dependendo dos parâmetros usados, pode desligar ou reiniciar o computador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez você não tenha passado por isso, mas já me vi em algumas situações em que era necessário desligar o computador depois de um  certo período de tempo ou em uma determinada hora.</p>
<p>No Linux, podemos executar essa tarefa facilmente utilizando o comando <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">shutdown</span> que, dependendo dos parâmetros usados, pode desligar ou reiniciar o computador no mesmo instante, em um determinado número de minutos ou em uma hora específica.</p>
<p>Costumo usar muito esse recurso quando realizo o download de arquivos muito grandes via bittorrent (.isos por exemplo). Deixo o programa rodar normalmente durante a noite, informando à que horas o computador deve ser desligado. Mesmo que o download seja interrompido, o bittorrent me permite reiniciá-lo do ponto em que parou.<br />
<span id="fullpost"><span id="more-245"></span><br />
O uso do shutdowm é bem simples, mas apenas o root pode rodá-lo, assim, é necessária a senha de root ou usar o sudo para rodar o comando. Veja um exemplo:</p>
<blockquote style="font-weight: bold;"><p>$ sudo shutdown -h 20</p></blockquote>
<p></span></p>
<p>No exemplo acima estou informando ao sistema que ele deverá ser desligado em 20 minutos.</p>
<p>Da mesma forma, posso informar que ele deverá ser desligado em um horário específico, por exemplo, às 23:00 (o comando só utiliza a hora no formato de 24 hs):</p>
<blockquote style="font-weight: bold;"><p>$ sudo shutdown -h 23:00</p></blockquote>
<p>Após usar um dos comandos acima, uma mensagem confirmará o comando e informará quanto tempo falta para o desligamento.</p>
<p>O mesmo pode ser feito para reiniciar o computador, bastando apenas trocar o parâmetro <span style="font-weight: bold;">-h</span> (halt) por <span style="font-weight: bold;">-r</span> (reboot):</p>
<blockquote style="font-weight: bold;"><p>$ sudo shutdown -r 20 (reinicia em 20 minutos)<br />
$ sudo shutdown -r 23:00 (reinicia às 23:00)</p></blockquote>
<p>Se quiser cancelar o desligamento ou reboot do sistema, basta teclar <span style="font-weight: bold;">Ctrl+C</span> caso o terminal ainda esteja aberto. Caso tenha deixado o comando rodando e por acaso fechou o terminal sem cancelar antes, basta abrir um novo terminal e usar o <span style="font-style: italic; font-weight: bold;">shutdown</span> seguido do parâmetro <span style="font-weight: bold;">-c</span> para cancelar:</p>
<blockquote style="font-weight: bold;"><p>$ sudo shutdown -c</p></blockquote>
<p>Para desligar ou reiniciar o computador &#034;na hora&#034; basta usar o parâmetro <span style="font-weight: bold;">now</span> (agora):</p>
<blockquote style="font-weight: bold;"><p>$ sudo shutdown -h now<br />
$ sudo shutdown -r now</p></blockquote>
<p>Feito! Agora já podemos agendar facilmente o horário de desligamento do computador.</p>
<p>Mais informações sobre o comando shutdown podem ser conseguidas utilizando o comando <span style="font-weight: bold;">$ shutdown &#045;&#045;help</span> no terminal.</p>
<hr style="border-top:black solid 1px" /><a href="http://linuxnanet.com/2009/03/desligando-o-linux-com-hora-marcada-shutdown.html">Desligando o Linux com hora marcada &#045;&#045; shutdown</a> foi postado em março 7, 2009 as 12:01 am.<br />Este artigo foi publicado no blog <a href="http://linuxnanet.com">LinuxnaNet.com</a> e encontra-se sob a licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/deed.pt">"Creative Commons BY-NC-SA"</a>. <br />Se quiser copiar ou republicar esse texto, favor informar a fonte e adicionar um link para o conteúdo original. Obrigado<br /><br />]]></content:encoded>
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