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	<title>LinuxnaNet &#187; Relatos</title>
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	<description>Linux, Software Livre, dicas, jogos e programas</description>
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		<title>Hello World! Again!</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 00:15:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diggao</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Relatos]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal! Bem vindos ao LinuxnaNet.com mais uma vez! Gostaria de pedir desculpas por ter deixado o blog fora do ar ontem, 02/07. Isso foi necessário para poder migrar as postagens e comentários para a nova plataforma, o WordPress, que apresenta bem mais recursos que o Blogger. A decisão de migrar para o WordPress surgiu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal!</p>
<p>Bem vindos ao <strong>LinuxnaNet.com</strong> mais uma vez!</p>
<p>Gostaria de pedir desculpas por ter deixado o blog fora do ar ontem, 02/07. Isso foi necessário para poder migrar as postagens e comentários para a nova plataforma, o <strong>WordPress</strong>, que apresenta bem mais recursos que o <strong>Blogger</strong>.</p>
<p>A decisão de migrar para o WordPress surgiu algum tempo depois que comecei a escrever no <a href="http://ubuntubrasil.com" target="_blank">Ubuntu Brasil</a>, que utiliza a mesma plataforma.</p>
<p>Tendo observado flexibilidade e facilidade de se trabalhar com essa plataforma, optei pela migração.</p>
<p>Ainda estou efetuando algumas pequenas mudanças aqui e ali e consertando alguns links quebrados, mas no geral, já está tudo correndo bem.</p>
<p>Gostaria de agradecer especialmente ao <strong>Felipe Max</strong> do <a href="http://ubuntuemfoco.org" target="_blank">Ubuntu em Foco</a>, que me deu uma grande força e tirou várias dúvidas em relação ao WordPress.</p>
<p>Enfim, bem vindos ao novo <strong>LinuxnaNet</strong>.</p>
<hr style="border-top:black solid 1px" /><a href="http://linuxnanet.com/2009/07/hello-world-again.html">Hello World! Again!</a> foi postado em julho 3, 2009 as 9:15 pm.<br />Este artigo foi publicado no blog <a href="http://linuxnanet.com">LinuxnaNet.com</a> e encontra-se sob a licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/deed.pt">"Creative Commons BY-NC-SA"</a>. <br />Se quiser copiar ou republicar esse texto, favor informar a fonte e adicionar um link para o conteúdo original. Obrigado<br /><br />]]></content:encoded>
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		<title>Preparem os canhões!</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Feb 2009 22:07:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diggao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Relatos]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho acompanhado o caso do julgamento do Pirate Bay através dos feeds que assino e pelo que estou vendo, isso certamente não dará em nada. Porque acho isso? Continue lendo&#8230; Para quem não está entendendo, vamos à uma breve explicação: os responsáveis pelo Pirate Bay, o maior site de compartilhamento de arquivos por torrent da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5306134245501584546" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; width: 170px; height: 185px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lfw9ouVZzUo/SaMs-7GoRKI/AAAAAAAAA0U/Erdtn84hw6U/s200/the_pirate_bay.jpg" border="0" alt="the pirate bay" />Tenho acompanhado o caso do julgamento do <a style="font-weight: bold;" href="http://thepiratebay.org/" target="_blank">Pirate Bay</a> através dos feeds que assino e pelo que estou vendo, isso certamente não dará em nada. Porque acho isso? Continue lendo&#8230;</p>
<p>Para quem não está entendendo, vamos à uma breve explicação: os responsáveis pelo <span style="font-weight: bold;">Pirate Bay</span>, o maior site de compartilhamento de arquivos por <a style="font-weight: bold;" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BitTorrent" target="_blank">torrent</a> da atualidade, foram processados pelas indústrias do cinema e da música e levados à julgamento nos tribunais da Suécia. A acusação: violar os direitos autorais das obras e exibir material protegido.</p>
<p>Só pra se ter uma idéia de como as coisas andam, basta lembrar que anteriormente, as gravadoras processavam as pessoas que porventura mantivessem e compartilhassem qualquer arquivo no formato .mp3 considerado ilegal no conputador, desde crianças à velhinhos que sequer sabiam o que era um mp3. Todo mundo entrava na dança.<span id="more-239"></span><br />
<span id="fullpost"><br />
Essa estratégia de processar todo mundo já não estava dando muito certo, uma vez que as empresas estavam queimando o <span style="font-style: italic;">&#034;próprio filme&#034;</span> (que belo trocadilho),  sendo acusadas de ficar bisbilhotando os computadores alheios em busca de &#034;arquivos ilegais&#034;.</span></p>
<p>Assim, os canhões foram apontados para os sites e redes de compartilhamento de arquivos espalhadas pela internet, que segundo essas empresas, são os grandes responsáveis por &#034;facilitar&#034; o compartilhamento de material protegido (logo vão querer processar a internet inteira por facilitar a troca&#8230;).</p>
<p>O que vemos aqui, é mais uma tentativa das indústrias da música e do cinema de manter um sistema de distribuição ultrapassado, indo outra vez, contra a evolução tecnológica. Convenhamos que, comprar álbuns em CD já não agrada mais ao público. O que as pessoas querem agora são músicas avulsas, isto é, de forma individual, que possam ser transferidas do computador para o mp3 player, celular, smartphone, etc, o mesmo vale para filmes e seriados. Elas querem a liberdade para ouvir, assistir  e compartilhar essas músicas e vídeos com amigos, parentes ou seja lá quem for, afinal, se uma pessoa acha uma determinada música boa, nada mais natural do que querer mostrar para todo mundo como essa música é boa, não é? Você compraria um CD apenas por causa de uma música que gosta? Eu não.</p>
<p>Assim, nós esbarramos em outro pequeno problema (para essas empresas, é claro): A internet possui um público altamente colaborativo, o que vai totalmente contra os ideais das grandes indústrias do entretenimento. As grandes redes de distribuição nada mais são do que redes colaborativas, onde cada um cede parte de uma música, filme ou seja lá o que for. A comunidade Linux é um outro grande exmplo de rede colaborativa: tem um problema com um programa? Não consegue instalar sua distro? Basta pedir ajuda nos lugares certos que logo um monte de pessoas se prontifica a ajudá-lo.</p>
<p>O grande problema disso tudo é que a internet trouxe grandes mudanças aos meios de entretenimento. Eles mudaram, evoluíram, se tornaram online, conectados ao restante do mundo, ao passo que as indústrias do cinema e da música não acompanharam a evolução natural da coisa, preferindo dar as costas para a internet e manter seus padrões de distribuíção de mídia física.</p>
<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5306129812407716450" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; width: 120px; height: 101px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lfw9ouVZzUo/SaMo84isCmI/AAAAAAAAA0M/1VM11oJ571I/s200/k7.jpg" border="0" alt="k7 pirata" />Algo parecido ocorreu quando foi lançada a velha <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cassete" target="_blank">fita Cassete</a> (ou K7). Com aquela pequena fita magnética, as pessoas poderiam regravar seus discos (os de vinil mesmo) e as músicas das rádios, fazer cópias e distribuir para amigos e parentes, uma verdadeira revolução. O problema é que as gravadoras se sentiram ameaçadas e passaram a afirmar que aquela pequana fita seria responsável pela quebra da indústria fonográfica. As fitas K7 vieram e já se foram e a indústria fonográfica continua aí, firme e forte.</p>
<p>O que quero dizer com isso é que, no lugar de abraçar a internet como um mercado inteiramente novo para ser explorado, com inúmeras possibilidades de se fazer e ganhar dinheiro, os estúdios e gravadoras preferiram por muito tempo ignorá-la. Agora que perceberam grande o erro e não tem mais como &#034;embarcar&#034; nesse grande mar de possibilidades, tentam, a todo custo, evitar mais prejuízos coibindo a troca de arquivos. Isso inclui processar velhinhos, crianças, tirar sites do ar e fazer pressão para assustar os usuários.</p>
<p>No Brasil tivemos casos parecidos, como a comunidade do Orkut acusada de promover pirataria e mais recentemente o site <a style="font-weight: bold;" href="http://legendas.tv/" target="_blank">Legendas.tv</a> que foi tirado do ar à <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">pedido</span> (ela tem autoridade para &#034;pedir&#034; isso?) da APCM (Associação Antipirataria Cinema e Música). Veja uma <a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/022009/04022009-26.shl" target="_blank">reportagem aqui</a>. Não sei sobre a comunidade do Orkut, mas felizmente o <span style="font-weight: bold;">legendas.tv</span> já voltou ao ar.</p>
<p>Enfim, mesmo que a turma da &#034;Baía dos piratas&#034; seja condenada por promover a troca ilegal de arquivos protegidos e o site seja fechado, o que as gravadoras e estúdios farão depois? Vão tirar do ar todos os sites e programas de compartilhamento que surgem por aí? Vão tirar a internet do ar? Vão continuar indo na contramão da internet, distribuindo material protegido em mídia física e punindo quem tenta compartilhar? Vão evoluir e descobrir que a internet é sua amiga e pode render-lhes uns bons trocados?</p>
<p>A troca de arquivos certamente não vai deixar de acontecer, independente do resultado do julgamento. Ou os estúdios e gravadoras se adaptam a nova realidade ou vão continuar por aí, gastando rios de dinheiro em uma infinita e difícil caça às bruxas.</p>
<p>Convenhamos que, por enquanto, tudo o que esse processo conseguiu, foi promover gratuitamente o <span style="font-weight: bold;">Pirate Bay</span> e o protocolo <span style="font-weight: bold;">torrent</span>. Quem não conhecia um, outro, ou ambos, agora, graças as gravadoras e estúdios, conhece.</p>
<p><span style="font-style: italic;">Yo-ho-ho e uma garrafa de rum&#8230;</span></p>
<hr style="border-top:black solid 1px" /><a href="http://linuxnanet.com/2009/02/preparem-os-canhoes_23.html">Preparem os canhões!</a> foi postado em fevereiro 23, 2009 as 8:07 pm.<br />Este artigo foi publicado no blog <a href="http://linuxnanet.com">LinuxnaNet.com</a> e encontra-se sob a licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/deed.pt">"Creative Commons BY-NC-SA"</a>. <br />Se quiser copiar ou republicar esse texto, favor informar a fonte e adicionar um link para o conteúdo original. Obrigado<br /><br />]]></content:encoded>
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		<title>Open Source X Proprietário e os sistemas operacionais</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Nov 2008 19:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diggao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
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		<description><![CDATA[Escrevendo os textos aqui do blog, não pude deixar de comprovar algo que há muito tempo me deixa com a pulga atrás da orelha: Muitos dos programas Open Source, sejam jogos ou programas em geral, possuem versões para vários sistemas, não se limitando apenas ao mais popular ou aquele no qual nasceu ao passo que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escrevendo os textos aqui do blog, não pude deixar de comprovar algo que há muito tempo me deixa com a pulga atrás da orelha: Muitos dos programas <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3digo_aberto">Open Source</a>, sejam jogos ou programas em geral, possuem versões para vários sistemas, não se limitando apenas ao mais popular ou aquele no qual nasceu ao passo que programas proprietários normalmente (há exceções) se limitam à plataforma mais comum e popular (no caso o windows). Um bom exemplo desses programas é o Firefox, o segundo navegador mais utilizado no mundo, que tem versões para <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows">Windows</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux">Linux</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mac_os_x">Mac OS X</a>. Outro exemplo? Pois não, eu mesmo já apresentei ele aqui, trata-se do <a href="http://diggao.blogspot.com/2008/11/jogos-para-o-linux-nexuiz.html">Nexuiz</a>, um jogo totalmente Open Source que tem por mérito carregar em um único pacote os executáveis para os três sistemas mencionados, além do source e da documentação necessária para se compilar o jogo. Não estou aqui para falar do windows, mas das produtoras de software, que voltam seus olhos apenas para esse sistema em detrimento dos outros.<span id="more-194"></span><br />
<span id="fullpost"><br />
Tendo isso em mente, gostaria de levantar a seguinte questão: se os idealizadores desses programas e jogos têm toda uma preocupação em portar seus softwares para qualquer plataforma, independente do fato dela ser a mais utilizada ou mais popular, porque o mesmo não pode ser feito com os programas proprietários?</span></p>
<p>Enfim, não quero dizer que as grandes produtoras de software devam abrir o código (se bem que seria bom), mas somente portar os programas para os sistemas utilizados atualmente. Acredito que muita gente gostaria de usar o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dreamweaver">DreamWeaver</a> no Linux sem a necessidade de se rodá-lo via Wine ou fazer uma quantidade absurda de gambiarras para rodar aquele jogo que só possui versão para Windows, mas que todo mundo (inclusive quem usa Linux) quer jogar.</p>
<p>Obviamente, temos excessões. No caso dos jogos, até existem versões nativas de jogos famosos que foram lançados para Linux. Bons exemplos são <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Doom_3">Doom 3</a> e o bom e velho <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Neverwinter_Nights">Neverwinter Nights</a> e suas expansões. Ainda assim, a quantidade de jogos criados pelas grandes produtoras e que rodam nativamente no Linux é simplesmente desprezível frente ao número de títulos para o Windows.</p>
<p>Não creio que a falta de softwares e jogos criados pelas grandes produtoras para Linux seja causada por dificuldades técnicas ou qualquer outro motivo do gênero.</p>
<p>Ao que tudo indica, essa &#034;má vontade&#034; é causada mais pela questão da popularidade do Windows mesmo. Afinal, é a plataforma mais utilizada no mundo, e portanto, a que trará o maior retorno financeiro.</p>
<p>Na minha opinião, talvez essa seja a grande diferença entre o software Open Source e o proprietário: há uma grande preocupação por parte das grandes produtoras com o retorno financeiro, por esse mesmo motivo, elas voltam seus olhos para a plataforma mais popular, negligenciando, esquecendo das demais, pois consideram o retorno financeiro delas pequeno demais para compensar o investimento. Por outro lado, quem produz software Open Source quer divulgar o seu trabalho, fazer com que seu projeto seja conhecido, conseguir parcerias e contribuição de outras pessoas para expandí-lo, etc, daí a iniciativa de lançá-lo para diversos sistemas. Obviamente existe a questão financeira, entretanto, essa raramente é a meta final dos projetos Open Source.</p>
<p>Enfim, essa é a minha opinião. E a sua? Qual é?</p>
<hr style="border-top:black solid 1px" /><a href="http://linuxnanet.com/2008/11/open-source-x-proprietrio-e-os-sistemas.html">Open Source X Proprietário e os sistemas operacionais</a> foi postado em novembro 22, 2008 as 5:56 pm.<br />Este artigo foi publicado no blog <a href="http://linuxnanet.com">LinuxnaNet.com</a> e encontra-se sob a licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/deed.pt">"Creative Commons BY-NC-SA"</a>. <br />Se quiser copiar ou republicar esse texto, favor informar a fonte e adicionar um link para o conteúdo original. Obrigado<br /><br />]]></content:encoded>
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		<title>Computador para todos: Problemas com falta de suporte e sistema inadequado</title>
		<link>http://linuxnanet.com/2008/11/computador-para-todos-falta-de-suporte.html</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 23:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diggao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Relatos]]></category>

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		<description><![CDATA[Saindo um pouco de minha programação normal, resolvi falar um pouco sobre algo que aconteceu essa semana, envolvendo um dos computadores do programa &#034;Computador para todos&#034; com alguns problemas relacionados ao sistema operacional e à falta de suporte tanto da loja que vendeu quanto do frabricante. A máquina em questão foi adquirida a cerca de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saindo um pouco de minha programação normal, resolvi falar um pouco sobre algo que aconteceu essa semana, envolvendo um dos computadores do programa &#034;Computador para todos&#034; com alguns problemas relacionados ao sistema operacional e à falta de suporte tanto da loja que vendeu quanto do frabricante. A máquina em questão foi adquirida a cerca de uns 3 meses em uma grande rede de lojas e passou a apresentar problemas relacionados à lentidão e travamentos.</p>
<p>Pois bem, fui à casa da proprietária dar uma espiada na tal máquina e tentar identificar o problema para que, se fosse o caso, ela pudesse transmiti-lo mais claramente para o suporte. Para minha surpresa, a máquina em questão rodava o <span style="font-style: italic;">Windows Vista Starter Edition</span>.<span id="more-190"></span><br />
<span id="fullpost"><br />
Nada contra o Windows, mas a versão em questão não serve para absolutamente nada (na minha opinião), especialmente para a inclusão digital. Para quem não sabe, trata-se de uma versão mutilada do Windows Vista, na qual são impostas várias limitações. Dentre elas a pior é a possibilidade de se abrir apenas 3 programas simultaneamente, sem contar aquela marca d&#039;água bizarra que fica no canto e não sai por nada.</span></p>
<p>Enfim, a máquina em questão levava um tempo terrível para iniciar o sistema e travava depois de se abrir uma ou duas janelas. Resolvi então utilizar o cd de recuperação que acompanha o computador, mas depois de uma breve conversa com a proprietária, descobri que a loja simplesmente não incluiu o cd de recuperação (nem mesmo drivers).</p>
<p>Ligamos para a loja. Essa por sua vez informou que devido ao tempo passado desde a compra do produto (3 meses) não era obrigada a fornecer o cd em questão (como assim?!?) e que deveríamos entrar em contato com o fabricante e o suporte técnico do produto.</p>
<p>Ok, ligamos para o suporte técnico, informamos sobre o problema dos travamentos e sobre o disco de recuperação. Simplesmente informaram que o disco de recuperação (qual?!?) deveria ser enviado junto com o computador pela loja. Ou seja, o fabricante joga a responsabilidade para a loja, a loja responsabiliza o fabricante e o consumidor fica sem utilizar o computador, pois ele não funciona.</p>
<p>Depois de muita discussão, ligações e reclamações não resolvidas, levei a máquina para casa e instalei o Ubuntu mesmo. Por sorte, todo o hardware foi reconhecido. O único item que deu um pouco mais de trabalho foi o modem, mas ainda assim funcionou. A proprietária (marinheira de primeira viajem) até que achou &#034;legalzinho&#034;.</p>
<p>Essa é a terceira vez que vejo (pessoalmente) problemas relacionados ao suporte dos computadores do programa &#034;Computador para todos&#034; e a segunda na qual o disco de recuperação simplesmente não é enviado. Não tenho nada contra o programa, na realidade, acho ele bem vindo, mas convenhamos que não adianta simplesmente baratear os computadores para que mais pessoas tenham acesso, se os fabricantes e lojas não dão o devido suporte.</p>
<p>Além disso, considero essa história de oferecer máquinas com esse Windows mutilado uma grande falta de respeito. Que seja Windows, mas que pelo menos não tenha tantas limitações como o Starter Edition, afinal, nem todos que compram um computador são marinheiros de primeira viajem e esses querem usar o que a máquina pode oferecer, não se limitando, por exemplo, a 3 programas abertos e aquela marca d&#039;água horrível no canto da tela. Esses certamente trocarão o sistema assim que tiverem chance. Quem garante que o sistema escolhido será original?</p>
<p>Pode ser que o Linux também não seja o sistema ideal, ainda mais as versões esquisitas que acompanham os computadores do programa, mas pelo menos esses são menos restritivos e dentre outras coisas, permitem que o usuário abra mais de três programas ao mesmo tempo.</p>
<p>Mais sobre o Windows Vista Starter Edition acesse:<br />
<a href="http://www.guiadohardware.net/artigos/fuja-windows-starter/">http://www.guiadohardware.net/artigos/fuja-windows-starter/</a></p>
<p>Mais sobre o programa computador para Todos acesse:<br />
<a href="http://www.computadorparatodos.gov.br/">http://www.computadorparatodos.gov.br/</a></p>
<hr style="border-top:black solid 1px" /><a href="http://linuxnanet.com/2008/11/computador-para-todos-falta-de-suporte.html">Computador para todos: Problemas com falta de suporte e sistema inadequado</a> foi postado em novembro 19, 2008 as 9:20 pm.<br />Este artigo foi publicado no blog <a href="http://linuxnanet.com">LinuxnaNet.com</a> e encontra-se sob a licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/deed.pt">"Creative Commons BY-NC-SA"</a>. <br />Se quiser copiar ou republicar esse texto, favor informar a fonte e adicionar um link para o conteúdo original. Obrigado<br /><br />]]></content:encoded>
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		<title>Linux: melhor para novos usuários?</title>
		<link>http://linuxnanet.com/2008/09/linux-melhor-para-leigos.html</link>
		<comments>http://linuxnanet.com/2008/09/linux-melhor-para-leigos.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 15:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diggao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Relatos]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre sofremos uma grande influência de agentes externos, que direta ou indiretamente nos direcionam à uma certa escolha, amigos, mídia, trabalho. Enfim, qualquer coisa pode influenciar em suas decisões, sejam elas quais forem. A escolha do seu sistema operacional também segue essa linha, e com sabemos, a grande maioria dos computadores pelo mundo utilizam o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre sofremos uma grande influência de agentes externos, que direta ou indiretamente nos direcionam à uma certa escolha, amigos, mídia, trabalho. Enfim, qualquer coisa pode influenciar em suas decisões, sejam elas quais forem.</p>
<p>A escolha do seu sistema operacional também segue essa linha, e com sabemos, a grande maioria dos computadores pelo mundo utilizam o sistema operacional da Microsoft. Assim, o que esperar de um usuário leigo (aquele que nunca teve contato ou que teve pouco contato com computadores) acerca do sistema instalado no computador?<span id="more-162"></span></p>
<p>Na certa, se o usuário nunca teve um contato direto com um computador, isto é, nunca fez uso do mesmo como ferramenta de trabalho (ou mesmo entretenimento) espera-se que, independente do sistema operacional, haja o espanto inicial causado pela novidade. Afinal, ele, uma pessoa cuja convivência com o mundo digital acabou de ser iniciada  não é capaz, na menor das hipóteses, de formar uma opinião acerca de qual sistema operacional é melhor e qual atende às suas necessidades mais satisfatóriamente. Obviamente, a pessoa já ouviu falar de Windows, mas daí a saber se é bom ou não já é bem mais difícil.</p>
<p>Nesse ponto, surge a influência externa, como citado anteriormente. Se o computador em questão for adquirido com um sistema operacional Linux, certamente, um ou mais indivíduos &#034;mais entendidos&#034; farão pressão (muitas vezes sem querer) para que o sistema pré-instalado (Linux) seja prontamente removido, dando lugar ao Windows. O pretexto, obviamente são as &#034;grandes&#034; vantagens oferecidas pelo mesmo.</p>
<p>O que dizer então se o usuário em questão, após experimentar tal mudança achar que aquele sistema dito &#034;o melhor&#034; não lhe agrada? Pois bem, assisti à uma situação muito parecida com esta:</p>
<p>Meu vizinho (uma pessoa leiga) comprou um computador (desses Positivos) que acompanhava um tal Satux Linux (o qual eu desconhecia até então). O mesmo atendia perfeitamente suas necessidades até que influenciado pelo irmão, resolveu mudar para o Windows. Dias depois ele foi me procurar para um &#034;help&#034;, pois não conseguia acessar a internet, gravar cds e o pior em sua opinião: vírus. Como sou muito legal, fui à casa dele, instalei um anti-vírus e consertei os estragos que o &#034;técnico&#034; fez (o cara cobrou R$ 30,00 para instalar o Windows de maneira porca).</p>
<p>Uma semana depois, encontrei com ele na rua e conversando sobre o assunto, descobri que ele, por conta própria, reinstalou o Satux no computador, retirando de vez o Windows. O pretesto? Nas palavras dele: &#034;O Windows era muito ruim&#8230;&#034;</p>
<p>Enfim, a história acima apenas mostra que para um usuário leigo, a primeira impressão é a que fica. Talvez esse seja um dos problemas para a adoção do linix por um número maior de usuários: as dificuldades e problemas causados por sistemas mal instalados/configurados, acabam causando uma má impressão do Linux como um todo, fortalecendo ainda mais as influências para que o usuário opte por um sistema &#034;mais fácil&#034;.</p>
<hr style="border-top:black solid 1px" /><a href="http://linuxnanet.com/2008/09/linux-melhor-para-leigos.html">Linux: melhor para novos usuários?</a> foi postado em setembro 30, 2008 as 1:53 pm.<br />Este artigo foi publicado no blog <a href="http://linuxnanet.com">LinuxnaNet.com</a> e encontra-se sob a licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/deed.pt">"Creative Commons BY-NC-SA"</a>. <br />Se quiser copiar ou republicar esse texto, favor informar a fonte e adicionar um link para o conteúdo original. Obrigado<br /><br />]]></content:encoded>
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		<title>A saga pelo mundo do pinguim</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 09:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diggao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Relatos]]></category>

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		<description><![CDATA[Voltei pessoal! Pode ser que ninguem se interesse, mas de qualquer forma, acho legal contar aqui um pouco da minha história no mundo linux. O início Vamos lá! Meu primeiro contato com o pinguim foi com o Conectiva 8 (até então imaginava que linux e Conectiva eram sinônimos), nessa época, foi um amigo quem me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style=";font-family:arial;">Voltei pessoal!</p>
<p></span><span style=";font-family:arial;">Pode ser que ninguem se interesse, mas de qualquer forma, acho legal contar aqui um pouco da minha história no mundo linux.</p>
<p></span><span style=";font-family:arial;"><span style="font-weight: bold;">O início</span></p>
<p></span><span style=";font-family:arial;">Vamos lá! Meu primeiro contato com o pinguim foi com o Conectiva 8 (até então imaginava que linux e Conectiva eram sinônimos), nessa época, foi um amigo quem me apresentou o sistema, até então, apenas hevia ouvido falar dele no curso de manutenção que estava fazendo. Todos diziam que era mais rápido, que não travava e outras maravilhas. Enfim, passeando pelas lojas nas proximidades do curso me deparei com uma revista que acompanhava o tal sistema. Não preciso dizer o que fiz né?<span id="more-151"></span></span><span class="fullpost"><span style=";font-family:arial;"></p>
<p></span><span style=";font-family:arial;">Cheguei em casa e fui colocando o cd na minha recém-montada máquina e pra minha surpresa, depois de quase duas horas batendo cabeça, consegui instalar o sistema em dual boot com o Windows ME (talvez o pior da história).</p>
<p></span><span style="font-family:arial;">A partir daí foram só problemas (claro que a maioria por inexperiência): conectar na internet era uma grande dificuldade, uma vez que eu sequer sabia como configurar o modem, além disso, havia um &#034;tal de terminal&#034; do qual todos falavam e ainda a dificuldade para encontrar e instalar novos programas. Por fim, desisti do Conectiva e formatei a máquina, deixando apenas o Win ME (arghhh).</p>
<p></span><span style="font-weight: bold;font-family:arial;">Mas&#8230;</p>
<p></span><span style="font-family:arial;">Alguns anos se passaram e navegando pela internet, li algo a respeito de um tal &#034;live-cd&#034; que rodava o linux sem a necessidade de instalação no HD, possuia um conjunto de scripts para reconhecimento do modem e que, se instalado no HD permitia que todos os programas fossem instalados com simples comandos do tipo: &#034;instale o programa x&#034;, ele fazia o download e instalava pra você. Parecia uma maravilha, ainda mais que o tal linux era pequeno o bastante para que eu pudesse baixar usando a minha terrível internet discada (não sinto a menor saudade). Por fim, depois de alguns dias baixando o tal linux e depois de finalmente ter gravado em um cd fui testar pensando que ia me arrepender de novo. Me enganei feio, pois o sitema fazia exatamente tudo o que dizia. Reconhecia o modem, instalava programas ,era leve e rápido. Foi então que resolvi instalar no HD o meu novo sistema linux, o Kurumin 2.21.</span></p>
<p><span style="font-family:arial;"><span style="font-weight: bold;">A saga continua&#8230;</span></span></p>
<p></span><span style="font-family:arial;">Depois de algum tempo usando o kurumin e suas versões seguintes recebi de m amigo da faculdade (depois de umas conversas sobre linux, kurumin e tudo mais) um conjunto de três cds que continham o Mandrake 10, resolvi experimentar, pois acabara de comprar um novo hd com maior capacidade o que me permitia reservar uma partição para testar o novo sistema, lá fui eu e instalei o tal Madrake.As dificuldades começaram a surgir, o modem não foi reconhecido, a aceleração gráfica também não, além de outros problemas. Dessa vez, havia muito mais informação na Rede e eu já possuía uma pequena intimidade com o &#034;terrível&#034; terminal. Pesquisei bastante, recorri aos fóruns, tentei, quebrei a cara muitas vezes, mas finalmente consegui configurar, depois de muito esforço e de muita ajuda, o Mandrake 10. Vamos seguir em frente&#8230;</p>
<p></span><span style="font-family:arial;"><span style="font-weight: bold;">O lado negro&#8230;</span></p>
<p></span><span style="font-family:arial;">Depois do Mandrake, testei outras distros, dentre elas o Fedora 2.0 (ainda tenho os 4 cds), o qual não me agradou muito (na época achei o gnome estranho demais) e o Debian (não lembro a versão) que desisti depois de muito trabalho e dificuldades, além de outras, com as quais tive pouquíssimo contato. Mas o que chamou a atenção mesmo foi uma distro em particular, temida por muitos, amada por tantos outros, dizia-se que era a mais difícil de se lidar. Seu nome? Slackware.<br />
</span><br />
<span style="font-family:arial;">Como em outros casos, me deparei com ele em uma revista especializada, que continha os cds e as instruções para instalação (péssimas instruções, diga-se de passagem). Os primeiros problemas surgiram durante a instalação, pois não haviam ferramentas gráficas e como sabem, o terminal não é o meu forte. Recorri mais uma vez (muitas vezes) à internet, em busca de informações, muitas me desapontaram falando pra procurar outra distro, pois essa era voltada para pessoas muito experientes e envolvia o constante uso do terminal, mas eu já estava decidido: era Slackware ou nada.</p>
<p></span><span style="font-family:arial;">Muita coisa se passou, muita informação foi assimilada, muito tempo perdido (e ganho) e finalmente consegui instalar e configurar o Slakware à minha maneira, apesar de ainda recorrer à internet em busca de informações (comandos, programas, etc). Foi nele que tive o prazer de ter o Fluxbox como um dos meus wm preferidos e foi nele que talvez tenha aprendido mais (e campartilhado mais também). Quanto ao lado negro, faço essa alusão ao terminal, tá certo que pode-se mudar a cor do fundo, mas gosto do terminal com fundo negro mesmo, sem contar que o Slack não abria o modo grafico de cara, deixando a gente naquela tela negra, muitas vezes sem saber o que fazer.</p>
<p></span><span style="font-family:arial;"><span style="font-weight: bold;">O presente&#8230;</span></p>
<p></span><span style="font-family:arial;">Atualmente, tenho utilizado o Ubuntu (desde a versão 7.04) e tenho gostado bastante dele. Suas configurações são fáceis, tem uma grande comunidade, sempre pronta a ajudar (assim como as outras distros, é claro), tem algo que me agrada muito: um eficiente sistema para a instalação de pacotes, sim, falo do apt, aquela ótima ferramenta que estava presente no Kurumin lá no início.Foi nele que acabei gostando do Gnome, assim como também gosto muito do Kde e do Fluxbox.</p>
<p></span><span style="font-weight: bold;font-family:arial;">Concluindo&#8230;</p>
<p></span><span style="font-family:arial;">Essa, foi a minha saga pelo mundo do pinguim, ela ainda não terminou, mas durante esse tempo, pude vivenciar aquilo que torna o linux mais interesante: A liberdade pra escolher a distro que mais agrada dentre todas as existentes. Nunca me arrependi de ter trocado uma distro por outra, assim como também nunca me criticaram por isso e assim como aprendi com muita gente diferente ao longo do tempo, espero de igual forma poder compartilhar aquilo que aprendi.</span></p>
<p><span style="font-family:arial;">Obrigado!!</span></div>
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<hr style="border-top:black solid 1px" /><a href="http://linuxnanet.com/2008/09/saga-pelo-mundo-do-pinguim.html">A saga pelo mundo do pinguim</a> foi postado em setembro 20, 2008 as 7:32 am.<br />Este artigo foi publicado no blog <a href="http://linuxnanet.com">LinuxnaNet.com</a> e encontra-se sob a licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/deed.pt">"Creative Commons BY-NC-SA"</a>. <br />Se quiser copiar ou republicar esse texto, favor informar a fonte e adicionar um link para o conteúdo original. Obrigado<br /><br />]]></content:encoded>
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		<title>Primeiro post!!</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 09:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diggao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Relatos]]></category>

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		<description><![CDATA[Salve pessoal!! Como um usuário do sistema operacional linux sempre procurei ajudar na medida do possível, entretanto, nunca me considerei um usuário avançado e confesso que o terminal nunca foi o meu forte, motivo pelo qual sempre procurei utilizar ferramentas de configuração no modo gráfico. Ainda assim, ainda há ocasiões em que o &#034;terrível&#034; terminal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Salve pessoal!!</p>
<p>Como um usuário do sistema operacional linux sempre procurei ajudar na medida do possível, entretanto, nunca me considerei um usuário avançado e confesso que o terminal nunca foi o meu forte, motivo pelo qual sempre procurei utilizar ferramentas de configuração no modo gráfico. Ainda assim, ainda há ocasiões em que o &#034;terrível&#034; terminal se faz presente.</p>
<p>Dessa forma, criei esse blog no intuito de relatar as dificuldades e conquistas de um mero usuário do sistema operacional do pinguim, e espero que aquilo que seja relatado aqui possa de alguma forma ajudar, mesmo que de forma mínima à todos.</p>
<p>Obrigado</p>
<hr style="border-top:black solid 1px" /><a href="http://linuxnanet.com/2008/09/primeiro-post.html">Primeiro post!!</a> foi postado em setembro 20, 2008 as 7:19 am.<br />Este artigo foi publicado no blog <a href="http://linuxnanet.com">LinuxnaNet.com</a> e encontra-se sob a licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/deed.pt">"Creative Commons BY-NC-SA"</a>. <br />Se quiser copiar ou republicar esse texto, favor informar a fonte e adicionar um link para o conteúdo original. Obrigado<br /><br />]]></content:encoded>
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